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Carla Carneiro

Carla Carneiro

 

Carla Carneiro - Bombeira de 3ª

 

    O "Entre Nós" convida-o hoje a conhecer a Carla Carneiro. Uma bombeira que veio de outro Corpo de Bombeiros mas que se adaptou com extrema facilidade à casa onde hoje está.

    Nome: Ana Carla Carneiro
    Idade: 40
    Data de admissão no C.B.: 2006
    Categoria: Bombeira de 3ª
    Cursos: TAT, SD, Operador de Central.

    Como surgiu a oportunidade de ingressar nos B.V. Lisbonenses?
    A oportunidade surgiu por convite do anterior Presidente de Direcção que na altura me lançou o desafio de vir trabalhar para os Lisbonenses como operadora de central de comunicações. Como na altura era voluntária noutro corpo de Bombeiros da cidade, mudei-me para cá.

    Descreva-nos o seu percurso.
    Fiz o meu curso de bombeiro de 3ª classe nos Bombeiros Voluntários da Ajuda sem saber muito bem o que era esta coisa de ser Bombeiro. No entanto, concluí o curso e foi nos Bombeiros da Ajuda que fiz serviço durante cerca de dois anos. Posteriormente, com a minha transferência para os Lisbonenses iniciei a minha actividade de bombeira voluntária e profissional.

    Desde o seu ingresso, qual foi o seu maior desafio? 
    O meu maior desafio foi a adaptação aos Lisbonenses. Vinha doutra casa, com outra forma de funcionamento e quando cá cheguei vi tudo era diferente. Com muito esforço da minha parte e com a colaboração dos colegas consegui ultrapassar todas as dificuldades. Actualmente estou perfeitamente integrada neste grupo fantástico de homens e mulheres com quem trabalho diariamente.

    Quais são os seus interesses e que hobbies pratica?
    Adoro ouvir música! Ouço música durante o dia inteiro e quanto aos estilos, sou bastante ecléctica. 

    Como define os B.V. Lisbonenses?
    Provavelmente, se disser que somos uma família e que esta é a minha segunda casa não estou a ser nada criativa na resposta mas, a verdade é que não há outra forma de definir os Lisbonenses. É certo que por vezes surgem as naturais desavenças próprias da convivência, da saturação e do stresse mas como é lógico, facilmente são superadas. Como em qualquer família, no fim, a amizade prevalece.

    O que é ser Bombeiro?
   Ser bombeiro é estar sempre presente onde é preciso. É saber responder com prontidão às solicitações que nos são feitas, tendo sempre presente que da nossa actuação pode resultar uma vida salva ou a minoração da dor de alguém. É termos também condensadas numa só pessoa muitas profissões porque é vital percebermos um pouco de tudo.

Paulo Santos

Paulo Santos

 

Paulo Santos - Bombeiro de 1ª

 

   O "Entre Nós"
   Leva-nos a mostrar-lhe o Paulo Santos. Fique a conhece-lo.
   O Paulo Santos é, antes de mais, um amigo. E sobre os amigos, nunca há muito por dizer. São-no. Só assim!
  Assisti à sua admissão nos Lisbonenses e gostei da sua postura que ainda hoje mantém; discreto, atento, inteligente e prestável. Obviamente que o “Febras” (alcunha pela qual é conhecido entre nós) é muito mais que isso mas, as suas qualidades humanas de que é possuidor distinguem-no da maioria e, foi por isso que quando me abordou para ser seu padrinho para Bombeiro de 2º nem pensei duas vezes; aceitei e enchi-me de orgulho. Até hoje.

   Nome: Paulo Jorge Almeida Paiva Santos 
   Idade: 43 anos
   Data de admissão no C.B. : Fevereiro de 1995
   Categoria: Bombeiro de 1ª
   Cursos: TAT, DAE, SD, CCP (antigo CAP), Chefe equipa fogos urbanos e industriais, Chefe equipa fogos florestais, Treinador e guia de cães de busca e salvamento, Noções de segurança e combate a incêndios em navios, nível 1 técnica de luta contra fogos em gás. 

   Como surgiu a oportunidade de ingressar nos B.V. Lisbonenses?
   Cheguei a fazer alguns trabalhos de voluntariado mas no final sentia que não era aquilo que pretendia. Como sempre admirei os bombeiros em especial nos grandes fogos em 1992 onde os vi trabalhar de perto com todo o seu empenho, então resolvi alistar num corpo de bombeiros.
  Os Lisbonenses não foram a minha 1ª escolha, pois procurei um corpo de bombeiros mais perto de casa, mas apesar de ser mais próximo não fui aceite por residir fora do seu concelho de intervenção. Como na minha infância as minhas idas ao médico num centro clinico que ficava na rua de Sta. Marta passava à porta do Lisbonenses, foi onde me dirigi e alistei e permaneci até hoje. 

   Descreva-nos o seu percurso.
   Ingressei nos bombeiros Lisbonenses em 1995 fiz a minha 1ª formação TAT ministrado pela CVP quase logo de seguida a escola de recrutas que durou aproximadamente 9 meses, desde ai tem sido um percurso que tem vindo a evoluir naturalmente sendo hoje bombeiro de 1ª 

   Desde o seu ingresso, qual foi o seu maior desafio?
   O ser bombeiro já é um desafio, mas no meu caso já tive alguns, a começar pela escola de recruta que fiz algumas coisas que nunca pensei fazer. No dia da minha promoção a 3ª a minha grande prova de fogo, o fogo na estação do metro da Alameda, ao longo dos anos tem surgido outros desafios que tem contribuído para a minha evolução como bombeiro e como pessoa.

   Quais são os seus interesses e que hobbies pratica?
  Os meus hobbies passam pelos cães, quando “brinco” com eles me levam a desligar tudo, o que me levou a frequentar um curso de treino de cães de busca e salvamento nos bombeiros de Vila do Conde (patrocinado pela associação dos bombeiros voluntários) e ministrado pelo chefe dos BV Vila do Conde Rui Silva (hoje presidente da associação dos bombeiros voluntários) e Paulo Leite, a quem mando um forte abraço. Também gosto de aeromodelismo mas como se trata de uma actividade dispendiosa fico-me por um pequeno helicóptero eléctrico. Por fim também me interesso por simulação de voo pilotando aeronaves como o rudimentar biplano Tiger Moth e o sofisticado F-16 passando pelo Canadair cl215 e Boeing 747 ou helicópteros como o Huey famoso na guerra do Vietnam e o lendário BlueThunde. 

    Como define os B.V. Lisbonenses?
   Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses são uma instituição centenária com um grande legado que tem vindo a ser seguido ao longo dos anos por todos que dela fizeram parte.

   O que é ser Bombeiro?
   É uma pergunta difícil, é uma coisa que todos em pequenos queremos ser mas poucos conseguimos ser, por exigir de nós muito alem do que somos ou imaginamos ser. Sempre prontos a ajudar quem num dado momento dado momento da sua vida necessita de ajuda.

Cátia Silva

 

Cátia Silva
 
 
Cátia Silva - Bombeira de 3ª
 
    O "Entre Nós" leva até si as palavras da Cátia Silva que está connosco há mais de 10 anos.
 
    Conheça-a um pouco mais. 
 
    Nome: Cátia Sofia Anjos SIlva
    Idade: 25
    Data de admissão no C.B.: 26 de Julho de 2004
    Categoria: Bombeiro de 3ª
    Cursos: TAT, DAE, Desencarceramento, Fogos Florestais Nível I, Fogos Urbanos Nível I, CAP, Técnica de Apoio de Infância, Secretariado.
 
    Como surgiu a oportunidade de ingressar nos B.V. Lisbonenses?
    A oportunidade surgiu a convite de alguns colegas porque vinha ao quartel muitas vezes buscar a minha irmã que à época trabalhava na Central Telefónica. Nessa altura, com as visitas frequentes, o “bichinho” foi crescendo, fui ganhando o gosto e alguma curiosidade. Daí a ter-me candidatado foi um passo curtinho.
 
    Descreva-nos o seu percurso.
    Quando ingressei nos Lisbonenses, tentei absorver o mais que pude toda a informação sobre socorro pré-hospitalar. Com a Escola de Recrutas, aumentou o interesse por fogos urbanos. Paralelamente ia aprofundado o meu interesse e conhecimento sobre o socorro pré-hospitalar.
    Com a entrada do Comandante Jorge Fernandes, voltei a ter oportunidade de ter mais e melhor formação nas diversas valências dos Bombeiros, o que me tem permitido absorver mais conhecimento e com isso, fazer mais e melhor em cada Teatro de Operações.
 
    Desde o seu ingresso, qual foi o seu maior desafio? 
    O meu maior desafio foi perder o medo das alturas, o que até então tinha sido um enorme problema. 
    Outro desafio não menos importante, foi aprender a respeitar as hierarquias. Talvez daí tenha resultado a alcunha pela qual sou conhecida: “Mau feitio”… Neste momento sou muito mais contida. Contudo, este traço de personalidade está bem vincado em mim.
 
    Quais são os seus interesses e que hobbies pratica?
    Gosto de ler! Já fui praticante de desporto de forma assídua mas com a minha actividade profissional actual, tenho muita dificuldade em conciliar o desporto e o trabalho. Gosto de ciência forense e tudo o que a ela está ligado. A escrita também é algo que me dá bastante prazer e é frequente fazer anotações sobre os meus pensamentos.
 
    Como define os B.V. Lisbonenses?  
    Os Lisbonenses são a minha segunda casa. É a minha zona de conforto onde encontro sempre uma família unida, mesmo que por vezes existam episódios de discórdia. É natural! Sempre que tive problemas pessoais, foi aqui, que algumas vezes encontrei o meu suporte. Os Lisbonenses são uma casa acolhedora, humilde e disponível para quem nos procura. Apesar das dificuldades, os Lisbonenses são um Corpo de Bombeiros capaz de ombrear com os melhores porque aqui, mesmo sendo um CB pequeno, há empenho e compromisso por parte de todos. 
 
    O que é ser Bombeiro?
    É a pergunta mais pequena e ao mesmo tempo a mais complexa. Ser bombeiro é mais que uma profissão ou uma divisa. É ter a capacidade de nunca dizer “Não”. É prestar apoio; é ter conteúdo. É saber agir. É fazer porque se gosta e não porque tem que se saber.

João Guimarães

João Guimarães

 

João Guimarães - Bombeiro de 2ª

 

    Sobre o João, tenho o melhor para vos dizer. Apesar dizer sempre que não tem tempo, nunca disse que não a nada nem a ninguém! O João Guimarães é um dos poucos homens que conheço que é imune à maldade e é dono dum coração do tamanho deste mundo.

    Podia contar-vos inúmeras histórias sobre ele, os muitos episódios de brincadeira, de fogos e do seu insaciável apetite mas, creio que o melhor mesmo é deixar para uma outra altura. Por hoje, deixo-vos a tímida entrevista que me deu, não obstante lhe ter dito para esquecer que estava a falar comigo.

    Nome: João Manuel Guimarães
    Idade: 39 anos
    Data de admissão no C.B.: Fevereiro de 1995
    Categoria: Bombeiro de 2ª
    Cursos: TAT, DAE, SD, Condução Fora de Estrada.

    Como surgiu a oportunidade de ingressar nos B.V. Lisbonenses?
   Conheci os Lisbonenses através de um amigo de infância, o Alexandre Resende. Ele já era bombeiro e por vezes vinha visitá-lo quando estava de serviço mas as visitas eram tão frequentes que comecei a fazer alguns amigos por cá, ao mesmo tempo que o gosto pelos bombeiros e o seu funcionamento se iam enraizando em mim. 

    Descreva-nos o seu percurso.
   Cerca de dois meses depois de ser admitido iniciei a minha formação de TAT, à época dado pela CVP. Após algum tempo tive que interromper a minha actividade nos Bombeiros para ingressar nas forças armadas. Em 1996, já com a situação militar resolvida, comecei o curso de Bombeiro de 3ª Classe que teve uma duração de cerca de 10 meses no quartel da 3ª Companhia em Alvalade. O Chefe Chambino do RSB foi o meu formador e este pautava-se por um grau de exigência muito grande. É a ele que também tenho que agradecer muito do que aprendi. Paralelamente, fui fazendo formação em condução e hoje sou detentor de todas as licenças de condução automóvel. Actualmente sou empregado da associação e desempenho a função de motorista.

 

    Desde o seu ingresso, qual foi o seu maior desafio? 
    Sem dúvida que finalizar o curso de 3ª classe foi a minha maior exigência. O curso foi muito intenso a todos os níveis. Daí para cá tenho tido experiências muito desafiantes mas a forma mais madura como as encaro ajudam-me a ultrapassá-las com relativa facilidade.

    Quais são os seus interesses e que hobbies pratica?
    Sou adepto e praticante de “Paintball”, gosto de pesca lúdica e encontro na informática um escape.

    Como define os B.V. Lisbonenses?
    Os Lisbonenses não encontram paralelo. Ser Lisbonenses é ser diferente e encontrar a diferença algo positivo. É aqui que encontro os meus camaradas de longa data que são o meu ombro nos momentos difíceis da vida.

    O que é ser Bombeiro?
  Já pensei muitas vezes nesta pergunta, ou melhor, na resposta e, não encontro nada melhor que as palavras de simplicidade que me ocorrem: Ser bombeiro é estar disponível; é ajudar os outros sem importar quem. Ser Bombeiro também é algo único. Não é para todos chegar aqui e ficar por cá com todas as adversidades. Ser Bombeiro é algo que nasce connosco.

 

Ana Fonseca

 

Ana Fonseca
 
 
Ana Fonseca - Bombeira de 3ª
 
    O "Entre Nós" trás até si a Ana Fonseca.
    A simpatia faz da Ana um elemento muito querido neste CB. Disponível e sempre bem disposta são apenas dois dos seus maiores argumentos.
 
    Nome: Ana Filipa Fonseca
    Idade:25 anos 
    Data de admissão no C.B.:23/01/2007 
    Categoria: Bombeiro 3a 
    Cursos: Tripulante Ambulância de Transporte, Desfibrilhação Automática Externa, Técnicas de 
Salvamento e Desencarceramento, Formação DIGAL Nível I . 
 
    Como surgiu a oportunidade de ingressar nos B.V. Lisbonenses?
   Iniciei a minha carreira de bombeira em Maio de 2003 na categoria de Infante nos Bombeiros Voluntários do Beato e Olivais, onde comecei a perceber que era isto que queria fazer para sempre. Em 2006 comecei a fazer serviço de ambulância como terceiro elemento. Ainda em 2006 fiz o meu primeiro Curso TAT e em seguida comecei o Curso de Instrução Inicial de Bombeiro. Nesta altura fiz a mudança de CB e por influencia da minha prima Filipa (que já não se encontra nos bombeiros) e vim parar ao famosos “Limpinhos” – como são conhecidos os Lisbonenses. Esta mudança não foi fácil, pois deixei muitos amigos para trás mas, a integração aqui foi muito boa, pois conheci pessoas excelente e que me acolheram de braços abertos.
    Entrei nos Bombeiros Lisbonenses pela primeira vez no dia 26 de Dezembro de 2006 e dei continuidade a formação que havia começado nos Bombeiros do Beato e Olivais. 
 
    Descreva-nos o seu percurso.
    No dia 17 de Outubro de 2008 concluí a minha formação para Bombeiro de 3a. A partir daí comecei a fazer o meu serviço voluntário. Em Dezembro de 2011 surgiu a oportunidade de pertencer á equipa de empregados desta associação. Confesso que sempre foi o meu sonho, trabalhar como operadora de Central e graças a duas amigas (Carla Almeida e Elisabete Silva) estou hoje onde estou! Já passei por tantos momentos bons, mas também tive um mau que me marca até hoje, e perda de um Amigo, Jorge Gonçalves. Até hoje não consigo aceitar que ele partiu sem se despedir de mim ... 
 
    Desde o seu ingresso, qual foi o seu maior desafio? 
    O meu maior desafio? Ter chegado até onde cheguei com o meu esforço e trabalho. Gostava de ter mais experiencia para partilhar, mas o meu tempo como voluntária é curto devido ao meu horário de trabalho. 
 
    Quais são os seus interesses e que hobby pratica?
    Fora dos bombeiros, tenho sempre muitas coisas para fazer. Gosto de viajar, gosto de ir ao cinema, gosto de ir á praia, gosto de estar com a família. Dedico grande parte do meu tempo livre ao meu namorado, gostamos de sair sem destino e voltar a casa quando nos sentimos cansados. Este tempo livre tem de ser dividido também com a mulher da minha vida, a minha Mãe. Quando estamos juntas adoramos fazer coisas de mulheres! 
 
    Como define os B.V. Lisbonenses?
    Os bombeiros Lisbonenses para mim são a minha Família, orgulho-me de vestir esta farda todos os dias! É aqui que tenho os meus Amigos, amigos verdadeiros, e eles sabem quem são.
 
    O que é ser Bombeiro?
    Ser bombeiro é ser diferente! Não consigo arranjar outra definição... 
 

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